3 possibilidades do Metaverso e as empresas que as estão colocando em prática.
3 possibilidades do Metaverso e as empresas que as estão colocando em prática

O novo nome da gigante de Zuckerberg deu início a uma corrida de empresas do mundo inteiro tentando desvendar como esse termo de 30 anos transformará a sociedade – e a economia, já que o Metaverso nos leva para o próximo estágio evolutivo da internet e pode gerar cerca de US$1 trilhão em receita anual.
O Metaverso já é realidade?
O Metaverso é um espaço online compartilhado, fruto da convergência entre ambientes virtuais e reais, segundo definição da Gartner, que permite a interação entre indivíduos e sua visualização em ambientes tridimensionais. E ele ainda não é realidade.
Não em todo o seu potencial (ainda estamos a pelo menos uma década de distância disso). No entanto, de acordo com um artigo da Gartner sobre tecnologias emergentes, ele já estendeu a capacidade de computação para muito além do que tínhamos disponível e transformou fundamentalmente a forma como organizações e indivíduos interagem.
1ª possibilidade: um universo corporativo no universo virtual
O Metaverso torna possível a criação de ambientes de trabalho onde podem ser realizados treinamentos, reuniões, entrevistas de emprego e muito mais, além da interação entre indivíduos, computadores e outros elementos presentes no espaço.
Em fevereiro desse ano, no Brasil, a Companhia de Estágios realizou um projeto piloto conduzindo entrevistas em uma plataforma virtual. Tiago Mavichian, CEO e fundador da empresa, afirma que um dos motivos para apostar na realidade virtual é a ascensão da geração Z: “Eles já são 25% da força de trabalho global e estarão em peso nesse ambiente virtual”.
2ª possibilidade: ações de marketing
Os games estão aproveitando tudo o que o Metaverso proporciona. Muitas empresas, sabendo disso, estão oferecendo acessórios e vestimentas para os avatares ou até criando as próprias lojas dentro das franquias.
A Balenciaga, por exemplo, desenvolveu quatro modelos de roupas para avatares no Fortnite e aproveitou para lançar uma coleção física baseada no jogo. No Brasil, a Renner lançou, no mesmo jogo, um mapa que simulava uma loja física da marca e ainda ofereceu minigames com QR codes que direcionavam o jogador até o e-commerce da mesma. Já a Gucci criou vestimentas e patrocinou uma quadra no jogo virtual Tennis Clash.
3ª possibilidade: passear no shopping sem sair de casa
As compras virtuais já existem, mas o Metaverso permite que se criem centros comerciais virtuais onde os clientes podem testar os produtos e se sentir dentro da loja. Os provadores virtuais de roupas estão evoluindo e melhorando ainda mais essa experiência.
A TIM, companhia de telefonia móvel, inaugurou uma loja virtual onde os clientes podem pagar faturas e adquirir planos de celular. A ação é parte da estratégia de omnichannel da marca .
Conclusão
O Metaverso em sua plenitude está a uma década de distância de nós, mas isso não significa que daqui a 10 anos ele surgirá como mágica. Está sendo construído todos os dias, com os recursos e possibilidades que temos hoje.
Para que um futuro repleto de tecnologia seja possível, é preciso preparar profissionais capazes de fazê-lo funcionar. O Projeto tem como missão a transformação social ao conectar jovens ao mercado da tecnologia com um curso de programação ministrado por profissionais experientes que já estão vivenciando os desafios de trazer o Metaverso para a realidade.
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